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Peste suína africana na China valoriza exportação do Brasil

10/12/2018 - Peste suína africana na China valoriza exportação do Brasil

O surto de peste suína africana que atingiu a China e já levou ao sacrifício de cerca de 600 mil animais já teve reflexos para a indústria brasileira. O preço da carne suína exportada pelo Brasil teve forte valorização em novembro, no que pode ser o início de um movimento intenso que poderá se estender ao longo de 2019 e impulsionará a rentabilidade dos frigoríficos.

De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) na semana passada, o preço médio da carne suína in natura exportada pelas empresas do país atingiu US$ 1.855 por tonelada em novembro, aumento de 3,5% em relação ao preço médio de US$ 1.791 por tonelada registrado em outubro.

O valor ainda está distante dos melhores tempos, antes do embargo da Rússia ao produto brasileiro. Em novembro do ano passado, o preço médio da carne suína era de US$ 2.416 por tonelada. Em todo o caso, a reação observada em novembro é motivo de alívio, tendo em vista que na maior deste ano as indústrias de carne suína do Brasil trabalharam com rentabilidade negativa.

Considerando apenas as exportações de carne suína do Brasil à China, o aumento de preço foi ainda mais expressivo. De acordo com dados da Secex compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o preço médio da carne suína in natura exportada pelos frigoríficos brasileiros ao país asiático subiu 7% entre outubro e novembro, de US$ 1,82 o quilo para US$ 1,95.

O problema da peste suína na China não é trivial - a doença já chegou na Província de Sichuan, a maior produtora de suínos do país. Os asiáticos lideram a produção e o consumo da proteína no planeta, respondendo por cerca de 50% da oferta mundial.

Na agroindústria brasileira, o otimismo é tamanho que já há quem projete um déficit na oferta de carne suína em 2019. Seria uma reversão completa do atual cenário, marcado por excedente de oferta.

No caso da Rússia, a esperança é que a flexibilização do embargo, anunciada no mês passado, seja apenas o início de uma abertura maior. Desde 1º de novembro, quatro abatedouros de suínos - dois da Alibem, um da Aurora e um da Adelle - podem exportar à Rússia. De toda maneira, a avaliação é que Moscou aos poucos vai liberar mais unidades para evitar um choque de preços decorrente da escassez do produto na China.

 

Fonte: Valor Econômico adaptado pela IEG FNP

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