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México e Brasil: relação pode avançar ainda mais com os atritos entre México e Estados Unidos

03/07/2018 - México e Brasil: relação pode avançar ainda mais com os atritos entre México e Estados Unidos

A relação comercial entre brasileiros e mexicanos vem crescendo no setor de agronegócio. E pode avançar ainda mais com os mais recentes acontecimentos políticos no México e nos Estados Unidos.

O "America First", do presidente Donald Trump, e o "México Primero", do presidente eleito do México, López Obrador, devem acentuar os atritos comerciais entre os dois países da América do Norte.

Essa relação desgastada do México com os Estados Unidos --tanto pelas discussões sobre o Nafta como pela imposição de taxas americanas a produtos mexicanos-- e a mudança de presidente podem abrir ainda mais o mercado do México para o Brasil.

A liderança mundial brasileira na oferta de vários produtos favorece o comércio com o país da América do Norte.

Bastante dependentes dos Estados Unidos, os mexicanos querem uma diversificação de mercado.

O Brasil tem chance de ser esse parceiro alternativo, com a possibilidade de oferta de vários produtos. Um deles são as carnes. Castigado por recentes doenças em sua avicultura, o México já vem procurando o Brasil para complementar o abastecimento interno.

De janeiro a maio deste ano, as compras mexicanas somaram 45 mil toneladas nesse setor, 100% mais do que as de igual período do ano passado.

Ricardo Santin, vice-presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), estima que a importação mexicana deverá ser de 100 mil toneladas neste ano no Brasil. "Com isso, o México estará entre os dez maiores importadores", diz ele.

Se essa relação comercial é boa agora, pode ficar ainda melhor nos próximos anos. Em uma década, os mexicanos vão importar 1,3 milhão de toneladas de carne de frango, 36% mais do que atualmente, segundo estimativas dos Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

O México é dependente também de carnes suína e bovina, mas o Brasil ainda precisa abrir esses dois mercados.

A consolidação das importações mexicanas de carne de frango e a abertura para a suína serão discutidas com o ministro da Agricultura daquele país nas próximas semanas.

As importações de carne suína pelo México deverão somar 1,8 milhão de toneladas em uma década, 50% mais do que a atual.

Já a carne bovina, produto que tem o país da América do Norte como o 12º maior importador no mundo, está um pouco mais difícil.

Antonio Camardelli, da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), diz que o mercado de carne bovina termoprocessada foi aberto recentemente, mas o de carne "in natura" está fechado.

 

Fonte: Folha de São Paulo adaptado pela IEG FNP

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